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Segunda-feira, 14 de Abril de 2008

Tróia

 

 

Há mais de 3 mil anos Tróia era próspera, cuja localização a permitiu dominar o Helesponto (hoje conhecido como estreito de Dardanelos). Esta era a única rota marítima que ia e vinha do oriente, o que gerava muitas riquezas para Tróia, que se tornou um troféu de guerra tentador para as nações gregas. Os troianos lembravam-se de quando os gregos, liderados por Esparta, saquearam e queimaram a cidade dos ancestrais. Em razão disto, os troianos haviam preparado fortes defesas, para a possibilidade de futuros ataques. Guardada por grandes muralhas, a nova Tróia era um abrigo impenetrável para um povo feliz. Na praça do palácio e nas ruas os cidadãos apreciavam os trabalhos de paz, como se fosse durar para sempre essa era despreocupada. Neste contexto, o futuro de Tróia estava a ser pesado pelo conselho real, pois o príncipe Páris queria ir até Esparta, cujo rei era Menelau, para fazer um acordo de paz. Apesar de existirem posições contrárias às de Páris, o rei Príamo concorda que ele viaje, apesar de uma das sacerdotisas, Cassandra, que é filha de Príamo, ver nesta viagem o início do fim de Tróia. Quase chegando em Esparta, o navio de Páris é atingido por uma violenta tempestade e ele cai no mar, indo parar em uma praia. Lá vê uma bela mulher, que deixa Páris tão fascinado por sua beleza que crê estar diante da deusa Afrodite, mas ela diz ser uma escrava. Paralelamente os soberanos das nações gregas estão reunidos, tentando arrumar um motivo para atacar Tróia. Agamenon, o rei de Micenas, sugere "agressão defensiva". No meio deste encontro, onde se busca um motivo ético para atacar Tróia, chega Páris no palácio de Menelau. Ele soube através da "deusa" desta reunião e quer lhes oferecer a paz troiana. Agamenon e Menelau ficam inquietos, pois lhes tiraria o argumento para atacar Tróia, então Agamenon questiona se Páris diz ser o que é e fica acertado que, se derrotar numa luta o príncipe Ájax, que é praticamente imbatível, seus termos de paz serão ouvidos. Durante a luta aparece a "escrava", que na verdade era Helena, a esposa de Menelau, que ouviu sua mulher chamar o desconhecido pelo nome e também mostrou uma indisfarçavel alegria quando Páris venceu a luta. Menelau diz que Páris descansará primeiro e que no outro dia conversarão.

 

 

 

Páris fica então a saber que a escrava é a rainha de Esparta e, nesta hora, Helena faz passar que sente antipatia pelos troianos. Isto não convence Menelau, que mais tarde vai aos aposentos da rainha e afirma que ela conhecia o troiano. Helena nada diz e este silenciou e a condenou. Quando o rei se retira dos aposentos de Helena, ela tem certeza que ele planeja fazer algo contra Príamo, assim chama Andraste, sua serva particular, e pede que vá até os aposentos de Páris para avisá-lo do perigo que corre. Andraste convence aos guardas que foi ali para "entreter" Páris, para ele não entender que na verdade estava preso. Mas, ao ficar sozinha com Páris, lhe avisa do perigo que corre. O príncipe é ajudado por um escravo, que mata alguns soldados que guardavam o "hóspede". Páris chega até a costa, onde há um navio fenício que foi arranjado pela rainha, mas para a sua surpresa encontra Helena, que foi se despedir de Páris. Ela estava acompanhada por Andraste, a quem dá liberdade e ordena que vá embora. Quando Helena e Páris se despedem, tentando aceitar a situação apesar de estarem totalmente apaixonados, chega uma patrulha, que obriga ambos a pularem na água e fugirem. Agora os reis gregos não tinham que arrumar um motivo, pois o pretexto para a guerra tinha sido dado.


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Histórias de amor

 

Orfeu e Eurídice

Orfeu é, na mitologia grega, poeta e músico. Filho da musa Calíope, era o mais talentoso dos músicos.

Quando tocava a sua lira, os pássaros paravam de voar para escutar e os animais selvagens perdiam o medo. As árvores curvavam-se para ouvir os sons no vento. Tocava a lira de Apolo pois dizem que Apolo era seu pai. Orfeu era casado com Eurídice. Ela era tão bonita que atraiu um homem chamado Aristeu. Quando ela recusou as suas atenções, Aristeu perseguiu-a. Tentando escapar-lhe, ela tropeçou numa serpente que a mordeu e Eurídice morreu. Orfeu ficou transtornado de tristeza. Levando a sua lira, foi até o Mundo dos Mortos, para tentar trazê-la de volta. A canção pungente e emocionada de sua lira convenceu o barqueiro, Caronte, a levá-lo vivo pelo Rio Estige. A canção da lira adormeceu Cérbero, o cão de três cabeças que vigiava os portões; o seu tom carinhoso aliviou os tormentos dos condenados. Finalmente Orfeu chegou ao trono de Hades.

O rei dos mortos ficou irritado, ao ver que um vivo tinha entrado no seu domínio, mas a agonia na música de Orfeu comoveu-o, e ele chorou lágrimas de ferro. Sua mulher, Perséfone, implorou-lhe que atendesse o pedido de Orfeu. Assim, Hades atendeu o seu desejo: Eurídice poderia voltar com Orfeu ao mundo dos vivos. Mas com uma condição: que ele não olhasse para ela até que ela, de novo, estivesse à luz do sol. Orfeu partiu pelo caminho íngreme que levava para fora do escuro reino da morte, tocando músicas de alegria e celebração, enquanto caminhava, para guiar a sombra de Eurídice de volta à vida. Ele não olhou nenhuma vez para trás, até atingir a luz do sol. Mas então, virou-se, para se certificar de que Eurídice o estava seguindo. Por um momento ele viu-a, perto da saída do túnel escuro, perto da vida outra vez. Enquanto ele olhava, ela transformou-se de novo num fino fantasma, soltou um doloroso gemido final de amor e pena, não mais do que um suspiro na brisa, que saía do Mundo dos Mortos.

Ele havia-a perdido para sempre. Em total desespero, Orfeu tornou-se amargo. Recusava-se a olhar para qualquer outra mulher, não querendo lembrar-se da perda da sua amada. Furiosas por terem sido desprezadas, um grupo de mulheres selvagens chamadas Mênades caíram sobre ele, frenéticas, e despedaçaram-no. Jogaram a sua cabeça cortada no Rio Hebrus, e ela flutuou, ainda cantando, "Eurídice! Eurídice!" Chorando, as nove musas reuniram os seus pedaços e enterraram-nos no Monte Olimpo. Dizem que, desde então, os rouxinóis das proximidades cantaram mais docemente do que os outros. Orfeu, na morte, uniu-se à sua amada Eurídice.

Quanto às Mênades, que tão cruelmente mataram Orfeu, os deuses não lhes concederam a misericórdia da morte. Quando elas bateram os pés na terra, em triunfo, sentiram seus dedos entrarem no solo. Quanto mais tentavam tirá-los, mais profundamente eles se enraizavam. As suas pernas tornaram-se troncos de madeira pesada, e também os seus corpos, até que elas se transformaram em silenciosos carvalhos. Assim permaneceram pelos séculos, batidas pelos ventos furiosos que antes se emocionavam ao som da lira de Orfeu, até que, por fim, esses troncos mortos e vazios caíram no chão.

In, anamargens.blogspot.com

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