-Conhece-me...

-Junho 2009

Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab

1
2
3
4
5
6

7
8
9
10
11
12
13

14
15
16
17
18
19
20

21
22
23
24
26
27

28
29
30


-Visitas

-Horinhas

-deixa a tua marca


-Escrevi sobre...

- Morreu...

- Casamento

- Força Fc Porto

- Há cada uma...

- Balada da Neve - Augusto ...

- Boas entradas ...

- http://uma_estrelinha.blo...

- + de 200professores pedir...

- Há cada uma...

- São Martinho do Porto - A...

- Os "Tudor"

- ...

- Universidade de Verão His...

- NOTÍCIA - Namoro pela Int...

- A Turma do 12º ano

- O meu vestido

- Notícia: Ingrid Betancour...

- VERGONHA: Milionária cond...

- NOTÍCIA: Clonagem Cura Ca...

- F.C. PORTO

- Portugal

- Amizade

- Amizade

- 5 Anos de Casamento

- Provérbio árabe

- amor

- Amizade

- Momentos

- Manchester United

- Vânia Fernandes

- Lenços dos Namorados

- Begónias

- 18 de Maio

- 40 Vantagens de ser Mulhe...

- RIR

- Insólito

- Dia da Mãe

- Borboletas

- Plain White Ts

- Ao meu querido AVÔ

- Felicidade

- Vinicius de Moraes2

- Anatomia de Grey - Denny ...

- Como Perder um Homem em D...

- Tróia

- Histórias de amor

- António Gedeão

- Sobrenatural

- Dexter

- Anatomia de Grey

-subscrever feeds

Segunda-feira, 14 de Abril de 2008

Tróia

 

 

Há mais de 3 mil anos Tróia era próspera, cuja localização a permitiu dominar o Helesponto (hoje conhecido como estreito de Dardanelos). Esta era a única rota marítima que ia e vinha do oriente, o que gerava muitas riquezas para Tróia, que se tornou um troféu de guerra tentador para as nações gregas. Os troianos lembravam-se de quando os gregos, liderados por Esparta, saquearam e queimaram a cidade dos ancestrais. Em razão disto, os troianos haviam preparado fortes defesas, para a possibilidade de futuros ataques. Guardada por grandes muralhas, a nova Tróia era um abrigo impenetrável para um povo feliz. Na praça do palácio e nas ruas os cidadãos apreciavam os trabalhos de paz, como se fosse durar para sempre essa era despreocupada. Neste contexto, o futuro de Tróia estava a ser pesado pelo conselho real, pois o príncipe Páris queria ir até Esparta, cujo rei era Menelau, para fazer um acordo de paz. Apesar de existirem posições contrárias às de Páris, o rei Príamo concorda que ele viaje, apesar de uma das sacerdotisas, Cassandra, que é filha de Príamo, ver nesta viagem o início do fim de Tróia. Quase chegando em Esparta, o navio de Páris é atingido por uma violenta tempestade e ele cai no mar, indo parar em uma praia. Lá vê uma bela mulher, que deixa Páris tão fascinado por sua beleza que crê estar diante da deusa Afrodite, mas ela diz ser uma escrava. Paralelamente os soberanos das nações gregas estão reunidos, tentando arrumar um motivo para atacar Tróia. Agamenon, o rei de Micenas, sugere "agressão defensiva". No meio deste encontro, onde se busca um motivo ético para atacar Tróia, chega Páris no palácio de Menelau. Ele soube através da "deusa" desta reunião e quer lhes oferecer a paz troiana. Agamenon e Menelau ficam inquietos, pois lhes tiraria o argumento para atacar Tróia, então Agamenon questiona se Páris diz ser o que é e fica acertado que, se derrotar numa luta o príncipe Ájax, que é praticamente imbatível, seus termos de paz serão ouvidos. Durante a luta aparece a "escrava", que na verdade era Helena, a esposa de Menelau, que ouviu sua mulher chamar o desconhecido pelo nome e também mostrou uma indisfarçavel alegria quando Páris venceu a luta. Menelau diz que Páris descansará primeiro e que no outro dia conversarão.

 

 

 

Páris fica então a saber que a escrava é a rainha de Esparta e, nesta hora, Helena faz passar que sente antipatia pelos troianos. Isto não convence Menelau, que mais tarde vai aos aposentos da rainha e afirma que ela conhecia o troiano. Helena nada diz e este silenciou e a condenou. Quando o rei se retira dos aposentos de Helena, ela tem certeza que ele planeja fazer algo contra Príamo, assim chama Andraste, sua serva particular, e pede que vá até os aposentos de Páris para avisá-lo do perigo que corre. Andraste convence aos guardas que foi ali para "entreter" Páris, para ele não entender que na verdade estava preso. Mas, ao ficar sozinha com Páris, lhe avisa do perigo que corre. O príncipe é ajudado por um escravo, que mata alguns soldados que guardavam o "hóspede". Páris chega até a costa, onde há um navio fenício que foi arranjado pela rainha, mas para a sua surpresa encontra Helena, que foi se despedir de Páris. Ela estava acompanhada por Andraste, a quem dá liberdade e ordena que vá embora. Quando Helena e Páris se despedem, tentando aceitar a situação apesar de estarem totalmente apaixonados, chega uma patrulha, que obriga ambos a pularem na água e fugirem. Agora os reis gregos não tinham que arrumar um motivo, pois o pretexto para a guerra tinha sido dado.


tags:

registado por paulacalcadaalves às 22:15

link do post | deixa o teu comentário | favorito
|

-Obrigada pela Visita

Recados Para Orkut

[violet]***[/violet] Novas animações de Obrigado!


-tags

- 2009(2)

- anedotas(5)

- avô(1)

- bem vindos(2)

- bichos(1)

- boas(2)

- campeão - f.c. porto(3)

- casamento(1)

- curiosidades(16)

- desabafo(4)

- ditos(2)

- eu(14)

- férias(1)

- filmes(8)

- frio(1)

- futebol(2)

- guardanapo(1)

- jackson(1)

- jantar(1)

- jonathan rhys meyers(1)

- jornal(2)

- lendas(3)

- mitos(2)

- mulheres(3)

- música(1)

- não havia necessidade(4)

- neve(1)

- notícias(8)

- óscares - os vencedores(1)

- pensamentos(10)

- poemas(14)

- provérbios(1)

- receitas(1)

- são martinho do porto(1)

- todas as tags

-Para não esquecer...

- Junho 2009

- Maio 2009

- Abril 2009

- Janeiro 2009

- Dezembro 2008

- Novembro 2008

- Agosto 2008

- Julho 2008

- Junho 2008

- Maio 2008

- Abril 2008

- Março 2008

- Fevereiro 2008

- Janeiro 2008

- Dezembro 2007

-links

blogs SAPO

-on line

online