-Conhece-me...

-Junho 2009

Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab

1
2
3
4
5
6

7
8
9
10
11
12
13

14
15
16
17
18
19
20

21
22
23
24
26
27

28
29
30


-Visitas

-Horinhas

-deixa a tua marca


-Escrevi sobre...

- Morreu...

- Casamento

- Força Fc Porto

- Há cada uma...

- Balada da Neve - Augusto ...

- Boas entradas ...

- http://uma_estrelinha.blo...

- + de 200professores pedir...

- Há cada uma...

- São Martinho do Porto - A...

- Os "Tudor"

- ...

- Universidade de Verão His...

- NOTÍCIA - Namoro pela Int...

- A Turma do 12º ano

- O meu vestido

- Notícia: Ingrid Betancour...

- VERGONHA: Milionária cond...

- NOTÍCIA: Clonagem Cura Ca...

- F.C. PORTO

- Portugal

- Amizade

- Amizade

- 5 Anos de Casamento

- Provérbio árabe

- amor

- Amizade

- Momentos

- Manchester United

- Vânia Fernandes

- Lenços dos Namorados

- Begónias

- 18 de Maio

- 40 Vantagens de ser Mulhe...

- RIR

- Insólito

- Dia da Mãe

- Borboletas

- Plain White Ts

- Ao meu querido AVÔ

- Felicidade

- Vinicius de Moraes2

- Anatomia de Grey - Denny ...

- Como Perder um Homem em D...

- Tróia

- Histórias de amor

- António Gedeão

- Sobrenatural

- Dexter

- Anatomia de Grey

-subscrever feeds

Segunda-feira, 14 de Abril de 2008

Histórias de amor

 

Orfeu e Eurídice

Orfeu é, na mitologia grega, poeta e músico. Filho da musa Calíope, era o mais talentoso dos músicos.

Quando tocava a sua lira, os pássaros paravam de voar para escutar e os animais selvagens perdiam o medo. As árvores curvavam-se para ouvir os sons no vento. Tocava a lira de Apolo pois dizem que Apolo era seu pai. Orfeu era casado com Eurídice. Ela era tão bonita que atraiu um homem chamado Aristeu. Quando ela recusou as suas atenções, Aristeu perseguiu-a. Tentando escapar-lhe, ela tropeçou numa serpente que a mordeu e Eurídice morreu. Orfeu ficou transtornado de tristeza. Levando a sua lira, foi até o Mundo dos Mortos, para tentar trazê-la de volta. A canção pungente e emocionada de sua lira convenceu o barqueiro, Caronte, a levá-lo vivo pelo Rio Estige. A canção da lira adormeceu Cérbero, o cão de três cabeças que vigiava os portões; o seu tom carinhoso aliviou os tormentos dos condenados. Finalmente Orfeu chegou ao trono de Hades.

O rei dos mortos ficou irritado, ao ver que um vivo tinha entrado no seu domínio, mas a agonia na música de Orfeu comoveu-o, e ele chorou lágrimas de ferro. Sua mulher, Perséfone, implorou-lhe que atendesse o pedido de Orfeu. Assim, Hades atendeu o seu desejo: Eurídice poderia voltar com Orfeu ao mundo dos vivos. Mas com uma condição: que ele não olhasse para ela até que ela, de novo, estivesse à luz do sol. Orfeu partiu pelo caminho íngreme que levava para fora do escuro reino da morte, tocando músicas de alegria e celebração, enquanto caminhava, para guiar a sombra de Eurídice de volta à vida. Ele não olhou nenhuma vez para trás, até atingir a luz do sol. Mas então, virou-se, para se certificar de que Eurídice o estava seguindo. Por um momento ele viu-a, perto da saída do túnel escuro, perto da vida outra vez. Enquanto ele olhava, ela transformou-se de novo num fino fantasma, soltou um doloroso gemido final de amor e pena, não mais do que um suspiro na brisa, que saía do Mundo dos Mortos.

Ele havia-a perdido para sempre. Em total desespero, Orfeu tornou-se amargo. Recusava-se a olhar para qualquer outra mulher, não querendo lembrar-se da perda da sua amada. Furiosas por terem sido desprezadas, um grupo de mulheres selvagens chamadas Mênades caíram sobre ele, frenéticas, e despedaçaram-no. Jogaram a sua cabeça cortada no Rio Hebrus, e ela flutuou, ainda cantando, "Eurídice! Eurídice!" Chorando, as nove musas reuniram os seus pedaços e enterraram-nos no Monte Olimpo. Dizem que, desde então, os rouxinóis das proximidades cantaram mais docemente do que os outros. Orfeu, na morte, uniu-se à sua amada Eurídice.

Quanto às Mênades, que tão cruelmente mataram Orfeu, os deuses não lhes concederam a misericórdia da morte. Quando elas bateram os pés na terra, em triunfo, sentiram seus dedos entrarem no solo. Quanto mais tentavam tirá-los, mais profundamente eles se enraizavam. As suas pernas tornaram-se troncos de madeira pesada, e também os seus corpos, até que elas se transformaram em silenciosos carvalhos. Assim permaneceram pelos séculos, batidas pelos ventos furiosos que antes se emocionavam ao som da lira de Orfeu, até que, por fim, esses troncos mortos e vazios caíram no chão.

In, anamargens.blogspot.com

tags:

registado por paulacalcadaalves às 22:15

link do post | deixa o teu comentário | favorito
|

-Obrigada pela Visita

Recados Para Orkut

[violet]***[/violet] Novas animações de Obrigado!


-tags

- 2009(2)

- anedotas(5)

- avô(1)

- bem vindos(2)

- bichos(1)

- boas(2)

- campeão - f.c. porto(3)

- casamento(1)

- curiosidades(16)

- desabafo(4)

- ditos(2)

- eu(14)

- férias(1)

- filmes(8)

- frio(1)

- futebol(2)

- guardanapo(1)

- jackson(1)

- jantar(1)

- jonathan rhys meyers(1)

- jornal(2)

- lendas(3)

- mitos(2)

- mulheres(3)

- música(1)

- não havia necessidade(4)

- neve(1)

- notícias(8)

- óscares - os vencedores(1)

- pensamentos(10)

- poemas(14)

- provérbios(1)

- receitas(1)

- são martinho do porto(1)

- todas as tags

-Para não esquecer...

- Junho 2009

- Maio 2009

- Abril 2009

- Janeiro 2009

- Dezembro 2008

- Novembro 2008

- Agosto 2008

- Julho 2008

- Junho 2008

- Maio 2008

- Abril 2008

- Março 2008

- Fevereiro 2008

- Janeiro 2008

- Dezembro 2007

-links

blogs SAPO

-on line

online